domingo, 29 de novembro de 2015

Capítulo 72

Não defina-me

Não tente definir-se por mim

Não seja o não ser apenas;

As membranas que nos cercam

São maleáveis e permeáveis;

Definir-me seria

Indefinir-te a todo momento.


O que precisas

É decifrar-me

No código insecreto

Do desejo e consentimento

Que havemos enfrentado.

Um comentário:

  1. Boa tarde
    Passei pelo teu cantinho para te dar a conhecer o meu modesto espaço de poesia.
    Espero que gostes. Um abraço, Ana Pereira
    http://almainspiradora.blogspot.pt/

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